Pergunta

Reclamação

  • 16 Abril 2020
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A 12 de março do corrente ano, dentro de cerca das 20 chamadas que se recebia em casa por parte da Moche, resolvi atender uma ao qual me foi proposta uma alteração de tarifário, com essa mesma alteração iria beneficiar como o mesmo consta na gravação dessa chamada de um período/bónus, ou seja em vez de ser pago o valor de 2,75€ semanais conforme o tarifário Moche assim o exige, iria pagar apenas no final de abril o valor de 12,90€, o que nessa altura se não tivesse satisfeita com o tarifário, poderia proceder à alteração do mesmo sem qualquer custo.
Nessa mesma chamada visto não ter em mão o documento identificativo do meu filho de 16 anos (o respectivo número estava registado em nome dele) para confirmação dos dados e visto ser a mãe do mesmo, a assistente pediu os meus dados, nome e nº de contribuinte, sem que nunca me fosse dito que o número em questão passaria a vir facturado em meu nome. Não tenho por obrigação saber que o pós pago não poderia ser facturado em nome de uma pessoa de 16 anos, nem me lembrei de questionar isso pois a assistente sabia perfeitamente que se tratava de um menor. Aceitei a alteração sem que nunca me fosse dito que o pagamento iria passar para factura e não carregamentos.
A 09-04-2020 recebo um e-mail com uma factura em meu nome, registado com o número que anteriormente era do meu filho, com consumos do mês de março! Fiquei felicíssima em saber que tinha sido enganada mas, consciente do que tenho a certeza que está gravado liguei para o 16200, para meu espanto e após ter explicado ao assistente a situação e que se possível que o confirma-se com a gravação da chamada, o mesmo foi completamente, diria mesmo que ordinário comigo, dizendo entre outras palavras que nunca me poderia ter sido dito tal coisa pois se consumi tinha que pagar e que se a factura vinha em meu nome era porque tinha dado os meus dados. Acabei por pedir para passar a chamada para um superior no qual me disse que não tinha que passar chamada nenhuma. Pedi licença e desliguei.
Voltei a fazer nova chama aí com uma assistente, expliquei novamente a situação em que a mesma me disse que para mudar o tarifário para o que estava anteriormente que tinha que me dirigir a uma loja com os documentos do meu filho e aí proceder á alteração primeiro da titularidade e posteriormente ao tarifário (como se nesta altura houvesse lojas abertas). Falei na possível anulação do cartão, ao qual me passou a chamada para outro departamento e aí voltei a repetir tudo. Fui informada de que o mesmo só pode ser suspenso a 12 de maio e que até lá quer use quer não use até essa data vai chegar a facturação para pagar.
Mediante tal situação e visto ter sido enganada desde a primeira chamada e porque também não tenho que estar a dar satisfações a quem ofereceu o cartão ao meu filho, quando este for para fazer o carregamento e verifique que o mesmo não é possível por ser agora um pós pago, não quero a anulação a 12 de maio, quero-o agora e já, ou em alternativa e já que não foi de todo erros da minha parte, que seja de imediato feita a alteração para o tarifário em nome do meu filho. Não queiram que chegue ao final do mês de abril que tentem fazer o respectivo carregamento que aí as coisas não ficam assim.
Verifiquem a gravação pois nem esta factura que recebi a irei pagar, eu só tenho que pagar 12,90€ no final de abril.
Agradeço a resolução no prazo máximo até ao final desta semana, sob pena de eu vir a partir com isto para tribunal.
Fiz esta mesma queixa no Portal da queixa e a resposta foi a indicação para aqui, mais uma vez estão a empatar tempo
Com os melhores cumprimentos: Susana Sequeira


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